couve-flor tronco e membros


Ata – Reunião – 29/07/06
julho 31, 2006, 4:16 am
Filed under: ATAS

Gustavo Bitencourt
A reunião aconteceu na casa da Stéphany. Ao meio-dia em ponto tava todo mundo lá, menos eu que cheguei uns 20 minutos atrasado. Logo depois do almoço (um capeleti que todo mundo insistia em chamar de “macarrão” + frango assado delícia + farofinha + bolo), falamos um pouco sobre a ação que aconteceria (e aconteceu) no dia seguinte. Marcamos horários, definimos um pouco mais qual seria a estrutura, o roteiro, e principalmente nossa atitude e o que queríamos com isso.

Falamos também sobre o blogue, sobre isso que a Cris Bouger tinha mencionado aqui, que determinadas coisas deveriam ser deixadas de fora para que não fique chato para quem está lendo. Eu e o Ricardo nos opusemos novamente por acreditarmos que tudo é parte do processo criativo e que tudo está vinculado. A Michelle e a Stéphany concordaram que a leitura fica um pouco confusa. Assim, chegamos a um consenso que é o seguinte: 1. devemos ter a consciência de que o que é escrito aqui é público e devemos pensar em formas de deixar o texto mais acessível, 2. ao postar, tentar fazer na medida do possível o que o Ricardo tem feito, que é dividir os textos por assuntos, assim fica mais fácil para quem for buscar algo específico, 3. retirei a categoria “processos” que englobava “fotos”, “vídeo”, “performance”, “ações” e “burocracia”, desta forma evita-se que quem vá buscar processos tenha que ler absolutamente todos os posts.

A Cris, como já havia avisado, teve que sair mais cedo. O Neto teve que dar uma saidinha e voltou depois. Assim, eu, o Ricardo, a Michelle e a Stéphany, conversamos primeiramente sobre os contratos, que ainda não foram assinados. Sobre o contrato com a Aspart, ao que parece, a Michelle Porto iria ver sobre a inclusão de mais uma cláusula, então ainda dependemos disso para ter o texto final. Sobre o nosso instrumento de participação mútua, todos precisamos assinar e reconhecer firma. Assim, o que ficou combinado é que passaria de mão em mão e cada um se encarrega da sua. Outra coisa é que como não tínhamos nos afiliado à Aspart no começo do ano, ao repassar o dinheiro para a nossa conta, a Michelle Porto já descontou ali o equivalente às mensalidades de março a junho, em torno de 50 reais para cada um. Como foi uma comida de bola nossa, achamos justo que isso seja descontado dos nossos cachês e não do projeto.

Em seguida, passamos ao novo orçamento que o Ricardo fez, levando em consideração as despesas obrigatórias e outras mais flexíveis para que pudéssemos ter idéia de quanto temos disponível para o trabalho. Bom, sobre isso acredito que ele pode enviar o orçamento para todos, mas vou dar uma explicada geral. O que temos agora em conta é em torno de 72 mil, considerando que já foram retiradas as primeiras parcelas dos cachês, o da Cris integralmente, os 5% da Aspart, as mensalidades e alguma CPMF. Ou seja, vai que nem água.

Revimos algumas despesas obrigatórias, como hospedagem, passagens, local para apresentações, local para ensaios. Com tudo isso ficamos com aqueles 4500 para o vídeo, em torno de 3000 para a produção do espetáculocoisatroço, em torno de 3000 para a divulgação (incluindo os cartões-postais, um programa, cartazes, e ficamos em dúvida sobre fazer ou não filipetas. Eu considero filipeta um instrumento importante para as produções locais. Me comprometi a fazer esta semana um orçamento bem detalhado disso).

Sobre outros profissionais, pensamos, como já havia sido mencionado, na Ale Haro para ser a nossa fotógrafa oficial. Quanto ao trabalho dela não tem dúvida, é muito bom, mas o que temos disponível para imagens não é muito, assim pagaríamos em torno de 700ão, quantia que a assustou um pouco. Ainda pensamos em ter um assistente de produção em Curitiba também, pois talvez agora não esteja tão complicado, mas lá pelo início de outubro estaremos completamente loucos com o tanto de atribuições e será necessária uma pessoa que possa dar conta de ir atrás de algumas coisas, dar telefonemas, etc. Não definimos ainda quanto poderíamos pagar, mas seria algo em torno de 700 reais. Revimos também o que seria pago ao assessor de imprensa, algo muito importante se pensarmos em divulgação nacional. No primeiro orçamento pensamos em 1500 reais pelo trabalho, o que nos pareceu agora inviável, então colocamos 2000.

Bom, com todas essas proposições o orçamento chegou a 92 mil reais (é claro, incluindo o que já foi gasto), e não temos dinheiro nem para o catálogo e não teremos cachê em novembro, coisa que já havia sido prevista, mas que achamos que seria possível achar uma solução.

Aí passamos à questão, agora ainda mais urgente, dos apoios. O Ricardo sugeriu uma divisão de tarefas bem clara para a obtenção de apoios. Fiquei responsabilizado por buscar apoios totais/parciais junto às gráficas. A Stéphany ficou encarregada de pesquisar editais junto a fundações e instituições privadas que possibilitem suprir as áreas que ainda estão sem grana (p. ex., se houver um edital para apoio em passagens, ou como o Fiat Mostra Brasil que pensamos como alternativa para a produção do catálogo). Falta alguém que possa fazer esse tipo de pesquisa junto ao poder público. O Ricardo ficou de ver coisas em âmbito estadual (secretarias).

Aí nesse ponto mais ou menos chegou o Neto, que ficou responsabilizado pelo contato com a produção local em Porto Alegre. Neste ponto falamos também sobre o site. A Cris havia me falado que vai ter no começo da semana uma resposta do apoio para registro e hospedagem do site. Eu comentei da urgência de registrarmos assim que possível um endereço de fácil acesso (tipo http://www.couve-flor.com, que por acaso ainda está disponível). Pesquisei um pouco e encontrei uma promoção. O registro é gratuito se pagarmos a hospedagem referente a um ano. A mensalidade de um plano que nos serviria é em torno de 24,90. Assim, se a Cris tiver uma resposta negativa, optamos por assinar este plano já, e por dois anos, já pensando na continuidade do projeto.

Bom, aí fomos para a pintagem das couves, e quanto ao restante da história, uma imagem vale mais que mil palavras.

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1 Comentário so far
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Gus só esqueceu de dizer que conversamos sobre a proposta para o Panorâma e a Mi se responsabilizou por entrar em Contato com o Eduardo Bonito essa semana e eu vou ligar para a Gil de Araraquara para ver se ainda é possível acertar nossa ação no festival lá. Bjo gente.

Comentário por Ricardo Marinelli




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