couve-flor tronco e membros


De Beti pra todos sobre a ata da reuniao (28/04/06)
julho 23, 2006, 11:06 pm
Filed under: GERAL

Elisabete Finger (28/04/06)


Ola meus amigos lindos!

Tambem estou aqui muito empolgada, e claro, adorei a ideia da couve-pink! Ja to imaginando ela na França: na Torre, no Louvre, no Sacre-Coeur, isso me faz pensar nos anoes da Amelie Poulin… to pirando aqui, ja pensei em pedir pra fotografar a couve com pessoas famosas… mas por outro lado penso que as ideias simples sao sempre boas, tipo a couve no banheiro, no bar, no onibus, no trem… etc. To empolgada mesmo, vou começar ja!

Por partes…

Sobre impostos e Aspart: nao sei se posso fazer muito daqui, mas a Mi falou num contador, e penso nisso de forma geral para o projeto, talvez seja importante encarregar uma pessoa especificamente desse assunto, e talvez seja legal ter alguem que faça os calculos do dinheiro. Mas acho que o Ricardo pode dar seu testemunho sobre a Caravana, quando ele fez bastante sozinho, e dizer se podemos nos fazer essa parte ou se nos aliviaria muito ter outra pessoa… Enfim, talvez vcs ja tenham discutido isso…

Sobre as cartas/contratos: mada pra mim que eu assino!

Sobre os locais de apresentaçao: Essa semana tivemos uma boa discussao sobre isso aqui no CNDC, o programador do Centre Georges Pompidou veio nos contar um pouco como funciona a curadoria, a escolha dos projetos. E ele conta que tem cada vez menos investido em projetos que precisam de espaços alternativos pra serem mostrados, pq isso envolve uma negociaçao enorme entre publico (conforto, circulaçao), segurança, deslocamento de material tecnico, etc. Ele, como programador, acha que é muita energia dispensada para um evento que muitas vezes pode ser feito ou pensado para os locais destinados à cena. Bom, depois temos que pensar nas necessidades do projeto, e falamos muito disso também, que as vezes aceitamos apresentar um trabalho num lugar que nao é o ideal mas q tem um bom publico, uma boa visibilidade, etc, so que muitas vezes o caldo entorna contra o proprio artista, que tem o trabalho realmente prejudicado pela incompatibilidade com o espaço. Acho que se estamos na situaçao favoravel de poder escolher podemos pensar em tudo isso. Na verdade eu daqui nao tenho uma ideia muito clara de “o que” ou “como” voces pretendem levar esse projeto pra cena, entao o que eu posso dizer é apartir dos principios que estao escritos no projeto. Concordo com o Gustavo e com a Michelle de que os espaços ditos “convencionais” tem todas as facilidades para o publico e para os programadores (se pensamos mais tarde num festival, etc). E que levar um projeto “experimental” para um espaço dito “convencional” pode tambem ser um bom viés para questionar a territorialidade (da arte, da cena…). Depois, existem sempre os bons espaços “convencionais” que nao sao exatamente um palco italiano como o de Campo Mourao p. ex, que tem um fosso enorme entre palco e plateia, que tem um palco super alto, etc… Na conversa com o cara do Pompidou ele falou que em Paris ainda nao existe um espaço simples e adaptavel pra cena, uma caixa preta que conte com meios tecnicos razoaveis e possibilidades de transformaçao, e enquanto ele falava me lembrei do Odelair Rodriguez (acho que é esse o nome do teatro ali na 7 de set), e hoje acho que é realmente um super espaço… Enfim, acho que existe a soluçao nem tanto ao céu nem tanto ao mar de procurar esses espaços que ofereçam possibilidades mais e menos convencionais, e hoje vejo o quanto é importante incluir esse tipo de reflexao no processo de trabalho pra construçao da peça. O que se dà a ver num trabalho esta diretamente relacionado à como ele serà visto.

Acho que a ideia do Ricardo de escolher espaços que ofereçam as duas possibilidades é super interessante, mas acho bom pensarmos na possibilidade mais “convencional”, e que esse seja um bom espaço.

Ja escrevi um tratado e nao sei se eu disse muita coisa, mas vou continuar pensando…

Produçoes locais: Keila linda! e em Poa nao tenho idéia, mas vou perguntar pro Fernando (o outro brasileiro do Essais, que é de Poa) e depois escrevo.

Saudades e alegrias: tenho saudades alegres de todos!

Bom, tomara que eu nao tenha esquecido nada!

Um beijo enorme

voces moram no meu coraçao

Nos falamos! vou ficar ligada no e-mail do Couve.

PS: recomeço com a Deborah na segunda! Lerê, lerê, até dia 12 de maio sem sabado, domingo nem feriado… Me lembro sempre de vcs sendo originais e unicos!

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