couve-flor tronco e membros


Ata – Reunião 25/4/06
julho 20, 2006, 7:14 am
Filed under: ATAS

Gustavo Bitencourt
Prometi fazer atas de todas as reuniões, então lá vai. Fica aberto pros outros presentes acrescentarem ou discordarem.

Bom, cheguei na minha casa levemente atrasado, o Neto já tava lá no botequinho da frente comendo Fandangos. Fui comprar uma Coca, não tinha dinheiro, tive que correr no banco enquanto o Neto ficou esperando e pagou a Coca coitado. Bem a minha cara e bem a cara do Neto.

Tava todo mundo muito eufórico, tudo falando ao mesmo tempo, então provavelmente vai ficar muita coisa de fora.
Estivemos presentes: eu, o Neto, a Stephany, o Ricardo e a Cris.

Alguns pontos importantes debatidos, em ordem mais ou menos cronológica, foram:

– Aspart e impostos: Bom, toda a questão se refere ao fato de que a Aspart ficaria com 20% do total do projeto, atítulo de pagamento de impostos (16%) e taxa administrativa (4%0. O Neto comentou que eles não tiveram que pagar impostos pelo Mobiliário por se tratar de um prêmio. Ricardo já conversou com o Marcos Moraes na Funarte, eles ainda não têm uma resposta definitiva sobre essa questão. A idéia é que todos os prêmios sejam isentos de impostos (apenas imposto de renda e CPMF, pois o dinheiro entra na conta de qualquer forma), mas isso ainda está sendo debatido, pois depende da origem da verba. Se o dinheiro for realmente isento pretendemos pagar à Aspart apenas os 4%, ainda assim após uma conversa detalhada sobre o que seria essa taxa administrativa e a que ela se refere. Ressaltei a importância de que essa negociação seja feita com muito tato, pois não temos absolutamente nada acertado em contrato.

– Cartas-contratos: Nessa mencionada conversa com o Marcos Moraes, ele mencionou a necessidade de cartas dos integrantes “que não pertencem ao grupo” se compromentendo a participar do trabalho. Como na verdade nenhum de nós pertence ao grupo, pois não temos um grupo juridicamente estabelecido, a idéia é que todos nós escrevamos essas cartas. A Stéphany sugeriu que essa carta já poderia ter o formato de um contrato, e mencionou que no site do Sated-SP existem alguns modelos prontos.

– Saudade e alegria: Constatou-se que todo mundo está realmente muito feliz com o projeto e blablablá. Ninguém chorou. O Ricardo trouxe os PRIMEIROS e-mails trocados à época do festival de Araraquara e também o PRIMEIRO modelo do projeto. Ficou de passar pra todo mundo. A Cris também comentou sobre a importância de estarmos juntos nisso, e como essa história remonta à época do Ciclo, quando a Sandra Meyer, membro da comissão julgadora, acompanhava os eventos a distância.

– Espaços de apresentação: Este foi o ponto mais extensivamente discutido. A Funarte precisa da confirmação de pauta das apresentações (21, distribuídas em Curitiba, BH e POA, como nos comprometemos a fazer), e discutimos que tipo de espaços deveríamos buscar para essas apresentações de um espetáculo-mostra-show que não temos idéia de como pode vir a ser. Eu me coloquei manifestamente a favor do agendamento de teatros razoavelmente grandes com palco italiano, pensando nisso como uma provocação e um desafio em relação às nossas trajetórias. A Stéphany ressaltou também a questão prática, a maior facilidade de acesso, por exemplo, a equipamento de luz e som em teatros convencionais. A Cris expressamente contra, defendeu a idéia de espaços alternativos, justamente devido às nossas trajetórias estarem ligadas a trabalhos mais intimistas, e também pela incongruência entre o tema da pesquisa (territórios) e um palco italiano. O Ricardo se posicionou por espaços que englobem as duas possibilidades, como por exemplo o Gasômetro e o Mário Quintana, onde mesmo se agendando, por exemplo, um anfiteatro, teríamos a possibilidade de negociar o uso de outros espaços adjacentes durante o processo, se houver necessidade. Pensando em possíveis espaços em Curitiba, foram apontados o José Maria Santos, o Guairinha (polêmico), o Museu Oscar Niemeyer (que tem o teatro e outros espaços). A Stéphany ressaltou que era importante se discutir a questão por e-mail entre todos (Beti e Mi) antes de tomarmos uma decisão.

– Parcerias: É fato que, isentos ou não de impostos, a grana de que dispomos não é tanta assim. Fomos unânimes em relação à necessidade de se buscar parcerias e apoios. Algumas áreas que achamos importantes, por exemplo, foram: espaços para ensaio e apresentação, sendo o Guaíra uma possiblidade; o Ricardo comentou a possibilidade de se obter passagens junto à Secretaria de Educação oferecendo o workshop como contrapartida, a Cris comentou a possibilidade de pensar por exemplo no estúdio fotográfico da Mila Jung, pensando em um fotógrafo que acompanhasse o processo a fim de fazer uma exposição posteriormente; estúdio de gravação de som; internet (servidor e domínio); material gráfico (o Neto comentou que a gráfica deu um apoio de quase 50% para o Mobiliário por ser um projeto Funarte).

– Produções locais: O Ricardo lembrou da dificuldade que tivemos com a produção local de POA na época do Mostra Tudo. Chegou-se a cogitar a hipótese de substituir Porto Alegre por Floripa em nosso itinerário, mas optamos por ficar com POA mesmo, porque isso já está definido no projeto, e por ser uma cidade com uma cena independente mais sólida. Eu e o Neto nos comprometemos a tentar arranjar indicações de produtores locais decentes por lá, o mais rápido possível, pois o Ricardo vai pra lá esse fim-de-semana, e seria legal já poder conhecer a(s) pessoa(s). Quanto a BH, pensa-se na boa e querida Keyla, visando um intercâmbio de produções, ainda mais porque o projeto deles também foi aprovado. Curitiba, sempre tudo meio nublado. Mas um ponto tocado en passant, e que eu acho importante enfatizar agora, é a necessidade de deixar Curitiba por último no itinerário das apresentações, pois assim será mais fácil de divulgar.

– E-mails: Achamos que seria bom que todos os e-mails relativos ao projeto, a partir de agora, fossem enviados diretamente para o falecomcouveflor@gmail.com. Para identificar o que é de quem, dá pra especificar no título algo como “de Gustavo para Todo Mundo”, ou “De Gustavo para Ricardo” quando for um assunto mais específico. Assim todos podem entrar lá e ler, fica tipo um blogue, só que fechado. Todo mundo tem a senha né? Aí nem precisa montar a lista de discussão por enquanto, e não fica enchendo a caixa de todos. É uma idéia ótima na verdade, acabei de me tocar. Parabéns, gente, como vocês são espertos! Então, a partir de agora, tudo só pra lá heim? Bem direitinho.

– Couves pinks: A Cris trouxe uma idéia para um primeiro experimento-divulgação: colocaríamos em diversos lugares públicos várias couves-flores (couves-flor?) tingidas de pink (com anilina, tinta, beterraba, violeta genciana) e fotografaríamos. É um experimento que a Beti pode fazer na França e a Mi pode fazer no Rio e a Gente pode ir fazendo aqui. E já funciona como uma micareta pro nosso trabalho, tipo “demos abertura às nossas festividades”.

Baci a tutti,

Gustavo.

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